Lendo…
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1
Ouçam, céus e Terra! Ouçam o que eu vou dizer!
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2
As minhas palavras cairão sobre vocês, como a chuva delicada e como o orvalho, como a chuva sobre a erva tenra, sobre a relva.
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3
Hei de proclamar a grandeza do SENHOR! Como ele é glorioso!
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4
Ele é a rocha e sua obra é perfeita. Tudo o que ele faz é justo e reto. Deus é a verdade; nele não há injustiça.
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5
Mas Israel corrompeu-se, sujou-se no pecado. Já não lhe pertence mais; é um povo duro e torcido.
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6
É assim que tratas com o SENHOR, ó povo louco e insensato? Não é Deus o vosso Pai? Não foi ele quem vos criou? Não foi ele quem vos estabeleceu e vos tornou fortes?
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7
Lembrem-se dos dias de antigamente! Perguntem aos vossos pais e aos anciãos, pois eles vos contarão tudo!
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8
Quando o Altíssimo repartiu o mundo entre as nações, fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel.
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9
Porque Israel é a possessão do SENHOR; os descendentes de Jacob são a sua herança pessoal.
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10
Encontrou-os num deserto, numa região árida repleta de uivos. Cuidou deles e protegeu-os, como se fossem a menina dos seus olhos.
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11
Abriu as suas asas para os amparar, como a águia pairando junto às crias no ninho. Recolheu-os e transportou-os, pois assim faz o SENHOR com o seu povo!
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12
O SENHOR conduziu-os sozinho, pois viviam sem deuses estrangeiros.
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13
Deu-lhes férteis planaltos, campos de rica terra, mel saindo da rocha, e azeite de chão rochoso!
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14
Deu-lhes leite e carne; escolheu para eles carneiros e bodes de Basã, e o melhor do trigo; beberam vinho da cor do sangue.
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15
Mas Israel altivo, ao engordar, rebelou-se, de tão bem tratado que estava. Na sua abundância, esqueceu-se de Deus, e repudiou a rocha da sua salvação.
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16
Israel começou a seguir deuses estrangeiros e Deus ficou muito irado; foi provocado pelos ciúmes do seu povo.
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17
Este sacrificou a demónios, novos deuses que nunca tinham adorado, nem eles nem os seus antepassados.
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18
Desdenharam da rocha que os tinha criado, esqueceram-se de que foi Deus quem os criou.
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19
O SENHOR viu o que estavam a fazer e rejeitou-os; ficou irritado com os seus filhos e filhas.
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20
Por isso, disse: “Vou abandonar-vos! Vejam o que está a acontecer-vos, por serem uma geração dura e desleal!
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21
Provocaram-me severos ciúmes, com aqueles seus ídolos inúteis, os quais não eram deuses nenhuns. Por isso, agora, lhes suscitarei ciúmes com gente que não é meu povo; com um povo que não tem conhecimento provocarei a sua ira.
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22
Porque a minha ira acendeu um fogo que arde até às profundezas do mundo dos mortos. Consumirei a Terra e as suas searas, pondo os fundamentos das suas montanhas a arder.
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23
Amontoarei males sobre eles, atirarei sobre eles as minhas flechas.
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24
Morrerão de fome e serão consumidos por febres e epidemias mortais. Enviarei contra eles animais ferozes e serpentes venenosas.
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25
Do exterior virá a espada do inimigo, como do interior vieram as pragas. Serão aterrorizados, tanto os mancebos como as raparigas, tanto o bebé de mama como o indivíduo mais idoso.
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26
Decidi espalhá-los por terras longínquas, para que até a lembrança deles desapareça.
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27
Mas então eu pensei: Os meus inimigos fanfarronarão, dizendo: ‘Israel foi destruído pela nossa própria força! Não foi o SENHOR que fez isso!’ ”
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28
Israel é uma nação sem inteligência, louca e sem entendimento.
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29
Oh! Se eles fossem sensatos! Como haveriam de entender! Haveriam de dar-se conta do seu destino!
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30
Como poderia um só inimigo perseguir mil combatentes, e dois porem fora de combate dez mil, se a sua rocha não os tivesse abandonado, se o SENHOR não os tivesse entregado nas suas mãos?
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31
A rocha das outras nações não é como a nossa! Até os nossos inimigos o reconhecem!
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32
São como as vinhas de Sodoma, plantadas nos campos de Gomorra: as suas uvas são venenosas e os seus cachos são amargos;
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33
Bebem vinho feito de veneno de serpentes.
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34
Deus diz: “Tenho planos para o que farei aos inimigos Israel e às nações.
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35
Minha é a vingança. Decreto que os meus inimigos sejam castigados; a sentença deles está já assinada.”
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36
O SENHOR julgará o seu povo. Terá compaixão dele, quando escorregar, e quando a sua força for decaindo, e já não houver nem escravos nem gente livre.
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37
Então declarará: “Onde estão aqueles deuses deles as tais rochas que declaravam ser o seu refúgio?
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38
Onde estão agora esses deuses, aos quais consagraram gordura e vinho? Que se levantem então esses deuses, que os ajudem e os abriguem!
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39
Não veem que só eu sou Deus? Eu tiro e dou a vida. Faço a ferida e saro-a, ninguém escapa ao meu poder.
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40
Levanto a mão ao céu e juro pela minha própria vida, que é eterna:
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41
Afiarei a minha espada reluzente e despejarei castigos sobre os meus inimigos, para dar a paga àqueles que me odeiam!
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42
As minhas flechas embriagar-se-ão com sangue. A minha espada devorará a carne de todos os que foram mortos e feitos prisioneiros, as cabeças dos chefes dos inimigos.”
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43
Alegrem-se, ó nações, com o povo de Deus, pois ele vingará a morte dos seus servos! Há de vingá-los por aquilo que os seus inimigos lhes fizeram, purificando a sua terra e o seu povo.
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44
Depois de Moisés e Oseias, isto é, Josué, filho de Num, terem apresentado as palavras deste cântico ao povo,
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45
Moisés fez os seguintes comentários:
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46
“Meditem em toda a Lei que vos dei agora, ensinem-na aos vossos filhos.
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47
Não se trata de meras palavras; são a vossa vida! Se lhes obedecerem, terão vidas prolongadas e prósperas na terra que vão agora possuir do outro lado do Jordão.”
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48
Nesse mesmo dia, o SENHOR disse a Moisés:
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49
“Sobe ao monte Nebo, na cordilheira de Abarim, na terra de Moabe, defronte de Jericó. Lá do cimo, contempla a terra de Canaã que eu dei ao povo de Israel.
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50
Depois de olhares para ela, deverás morrer e ir ter com os teus antepassados, tal como aconteceu com Aarão, o teu irmão, que morreu no monte Hor e também se foi juntar aos seus.
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51
Porque vocês desonraram-me na frente do povo de Israel, nas fontes de Meribá, em Cades, no deserto de Zim.
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52
Verás na sua extensão a terra que dei ao povo de Israel, contudo, não entrarás nela.”
Nomes deste capítulo
Recurso de Estudo
Palavras no original
Hebraico e grego: STEP Bible
(Tyndale House, Cambridge) · CC BY 4.0
Versículos 1,2: O cântico de Moisés; 3-6. O caráter de Deus; o caráter de Israel. 7-14: As grandes coisas que Deus fez por Israel. 15- 18: A iniquidade de Israel; 19-25: Os juízos que lhes sobrevirão por causa de seus pecados; 26- 38: A suspensão da vingança merecida; 39 43: A libertação de Deus para o seu povo; 44-47: A exortação com que o cântico foi entregue; 48-52: Moisés sobe ao monte Nebo para morrer.
Vv. 1,2. Moisés inicia o seu discurso com uma apelação solene ao céu e à terra quanto à verdade e importância do que iria dizer. A sua doutrina é o Evangelho, o discurso de Deus, a doutrina de Cristo; a doutrina da graça e da misericórdia, da vida e da salvação através dEle.
Vv. 3-6. "Ele é a Rocha!" Esta é a primeira vez que Deus é assim chamado nas Escrituras. A expressão denota que o poder, a fidelidade e o amor divinos, revelados em Cristo e no Evangelho, formam um fundamento que não pode ser abalado nem movido, sobre o qual podemos edificar a nossa esperança de felicidade. Sob a sua proteção, podemos encontrar o refúgio de todos os nossos inimigos, e em todos os nossos problemas; assim como as rochas daqueles países eram como escudos contra os raios abrasadores do sol, e contra a força das tempestades, eram também como fortalezas contra o inimigo. A sua "obra é perfeita" : a obra da redenção e salvação em que se divulga completamente a perfeição divina em todas as suas partes. Todos os tratos de Deus com as suas criaturas estão regulados por uma sabedoria que não pode errar, e por sua perfeita justiça. Certamente Ele é justo e reto, e cuida para que ninguém que venha a Ele se perca. É apresentada uma grande acusação contra Israel, os filhos de Deus ainda têm as suas máculas enquanto estão neste estado imperfeito; se dissermos que não temos nenhum pecado ou mancha, enganaríamos a nós mesmos. Porém, o pecado de Israel não era habitual, notável e impenitente, o que são características dos filhos de Satanás. Foram néscios ao abandonar a sua misericórdia em troca da vaidade mentirosa. Todos os pecadores voluntários, especialmente os transgressores de Israel, são néscios e ingratos.
Vv. 7-14. Moisés dá exemplos particulares da bondade de Deus e de sua preocupação por eles, o cuidado que a águia dá aos seus filhotes é um bom símbolo do amor de Cristo, que veio ser o mediador entre a justiça divina e a nossa alma culpável, e levar os nossos pecados em seu próprio corpo sobre o madeiro. Através da pregação do Evangelho, e pela influência do Espírito Santo, Ele estimula os pecadores e prevalece sobre eles, para que deixem a escravidão de Satanás. Nos vv. 13 e 14, encontram-se os emblemas da vitória que os crentes possuem em Cristo e através dEle, sobre os seus inimigos espirituais, que são o pecado, Satanás, e o mundo. Também há símbolos da segurança e do triunfo deles nEle; do marco de felicidade de sua alma quando estiver acima do mundo e do que pertence ao mundo. Este será, em todos os sentidos, o caso do Israel espiritual no último dia.
Vv. 15-18. Aqui estão dois exemplos da iniquidade de Israel; cada um deles foi uma apostasia contra Deus. Este povo era chamado de Jesurum, que significa para alguns "um povo reto", e para outros "um povo visionário". Porém, rapidamente perderam a reputação de seu saber e de sua retidão. Satisfizeram os seus apetites, como se não tivessem algo a fazer além da provisão para a carne, a fim de satisfazerem suas concupiscências. os que se comportam como se fossem deuses, e transformam o seu estômago em um ídolo, com orgulho e soberba, e não toleram ouvir a verdade sobre este erro, abandonam deste modo a Deus, demonstrando que o estimam aleivosamente. Existe somente um caminho para a aceitação e santificação do pecador, ainda que sejam diferentes os modos em que a falta de religião, ou a falsa religião mostra-lhe consideração para atraí-lo a outros caminhos, atitude que vez por outra se qualifica erroneamente como cândida. Quão loucos estão os idólatras que abandonam a Rocha da salvação, para se edificarem sobre a rocha da perdição!
Vv. 19-25. A rebelião de Israel foi descrita nos versículos anteriores, e aqui seguem as resoluções da justiça divina sobre eles. Confundimo-nos, se pensarmos que Deus pode ser enganado ou escarnecido por um povo infiel, o pecado faz com que sejamos odiosos à vista de Deus, observe quanta maldade o pecado faz, e sejam contados como néscios os que se enganam neste assunto.
Vv. 26-38. A idolatria e as rebeliões de Israel mereciam, como é exigido pela justiça de Deus, que fossem desarraigados. Porém, Ele perdoa Israel e permite que continuem sendo as testemunhas vivas das verdades bíblicas para silenciarem os incrédulos. Foram preservados para propósitos sábios e santos, e as profecias nos dão uma idéia de quais são estes propósitos. o Senhor jamais trará a vergonha sobre o trono de sua glória. A consideração séria quanto ao final ou quanto ao estado futuro dos pecadores, é uma atitude muito sábia e auxiliará o regresso deles a Deus. Isto se refere particularmente ao que Deus anunciou por intermédio de Moisés, no tocante ao seu povo nos últimos dias; porém, pode-se dar uma aplicação geral. Se os homens considerassem a felicidade que perderão, e a desgraça em que certamente se afundarão, se permanecerem em suas transgressões! Qual será o fim deles? (zor 5.31). Porque o Senhor derrotará em seu devido tempo os inimigos da Igreja, pelo desagrado que sente pela maldade deles. Quando os pecadores se considerarem mais seguros, virá sobre eles repentina destruição. E o tempo de Deus para vir a liberar o seu povo é quando as coisas estão piores para eles. Porém, os que confiam em qualquer rocha que não seja Deus, verão que ela falhará quando mais precisarem dela. A rejeição do Messias, por parte da nação judaica representa a continuidade de sua antiga idolatria, apostasia e rebelião. Serão levados a humilhar-se perante o Senhor, a arrepender-se de seus pecados, e a confiar no Mediador que fora amplamente rejeitado, para que possam alcançar a salvação. Então Ele os livrará e fará com que a prosperidade deles seja grande.
Vv. 39-43. A conclusão do cântico diz: 1. Glória a Deus. Não pode haver alguém que esteja fora do alcance do poder de Deus. 2. O terror aos seus inimigos. Sem dúvida haverá terror para os que o odeiam. A ira de Deus revela-se nesta passagem desde o céu contra eles. 3. O consolo para o seu povo. O cântico é concluído com palavras de gozo. Quaisquer que sejam os juízos trazidos contra os pecadores, tudo estará bem com o povo de Deus.
Vv. 44-47. Aqui está a solene entrega deste cântico a Israel, como encargo de darem importância a todas as boas palavras que Moisés lhes dissera. Não é algo trivial, senão questão de vida ou morte: dai-lhe a devida importância, e estareis prontos para sempre; Se vos descuidardes, estareis derrotados para sempre. Que os homens sejam persuadidos de que a religião é a vida deles, a própria vida de sua alma!
Vv. 48-52. Moisés acabara a sua obra. Por que desejaria viver mais um dia? Deus relembra o pecado de que Moisés era culpado, e que o impediu de entrar em Canaã. Bom é que até o melhor dos homens possa morrer arrependido dos males de que esteja consciente que praticou. Porém, podem morrer consolados e tranquilos quando Deus os chamar, apesar dos pecados de que se lembram terem cometido contra si mesmos, porque têm a perspectiva do crente e a esperança de vida eterna além da morte bem fundamentada.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público