Lendo…
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1
Voltemos para o SENHOR. Ele nos destruiu, mas nos sarará. Feriu a gente, mas vendará as nossas feridas.
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2
Daqui a dois dias ele voltará a nos dar vida, e daqui a três dias ele irá nos colocar em pé. Então poderemos viver na sua presença.
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3
Façamos um esforço para conhecer o SENHOR, até estarmos seguros nele. Ele virá a nós! Podemos estar certos disso como a vinda do amanhecer. Virá a nós como a chuva, como a chuva fresca que cai sobre a terra.
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4
“Efraim, o que irei fazer com você? Judá, o que irei fazer com você? A fidelidade de vocês é como as nuvens da tarde ou como o orvalho da manhã, desaparece rapidamente.
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5
Por isso os destruí com as palavras da minha boca; eu os tenho cortado em pedaços por meio dos meus profetas.
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6
Eu quero de vocês um amor fiel em vez de sacrifícios de animais. Quero que vocês me conheçam, não que me façam ofertas.
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7
Mas Efraim e Judá quebraram a aliança em Adã. Ali me enganaram.
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8
Gileade é uma cidade cheia de criminosos; é um lugar cheio de sangue.
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9
Os sacerdotes, como os ladrões, atacam as pessoas no caminho para Siquém. Ali eles colocam em prática os seus planos malignos.
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10
Tenho visto algo horrível na nação de Israel: Efraim não é fiel a Deus. Israel está impuro.
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11
“Judá, para você também haverá tempo de colheita quando eu libertar o meu povo do cativeiro.
Nomes deste capítulo
Recurso de Estudo
Palavras no original
Hebraico e grego: STEP Bible
(Tyndale House, Cambridge) · CC BY 4.0
Versículos 1-3: Exortação ao arrependimento; 4-11: A instabilidade de Israel e a sua ruptura do pacto.
Vv. 1-3. Aqueles que se apartaram de Deus por vontade própria, e como se fossem um só corpo, arrastam-se mutuamente ao pecado, e devem, por vontade própria e como um só corpo, retornar a Deus, o que será para a sua glória e para o bem deles, A atitude de mantermos bons pensamentos a respeito do Senhor nosso Deus, e de seus propósitos e desígnios para conosco, será muito útil para sustentar-nos em meio às aflições, e para animarmo-nos ao arrependimento. A libertação da angústia deve ser para eles como dar vida aos mortos. Deus os revivificará: a segurança que existe neste fato, compromete-os a retornarem para Ele. Porém isto parece referir-se, além do mais, à ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Admiremos a sabedoria e a bondade de Deus na ocasião em que o profeta predisse a libertação da igreja das suas angústias, pois assim indicou a nossa salvação através do Senhor Jesus Cristo. Agora estas palavras se cumprem na ressurreição de Cristo, confirmam a nossa fé em que Ele era aquEle que havia de vir, e que não temos que buscar outro. Aqui se promete uma bênção preciosa; qual é a vida eterna? A vida eterna consiste em conhecermos a Deus. os benefícios do favor de Deus não estão tão firmemente assegurados, como o retorno da manhã depois da noite escura. Ele virá a nós como as chuvas temporã e serôdia vêm à terra, que refrescam-na e tornam-na fértil. A graça de Deus em Cristo Jesus é a chuva temporã e a chuva serôdia; por meio dela tem início e continua a boa obra de dar fruto, Assim como foi levantado da sepultura, o Redentor reavivará os corações e a esperança de todos aqueles que confiam nEle, A visão mais tênue da esperança em sua Palavra, é uma primícia que tão seguramente acrescenta a luz e o consolo, que será acompanhada com a graça purificadora e consoladora, que a torna frutífera.
Vv. 4-11. Às vezes, os povos de Israel e Judá pareciam dispostos a arrepender-se quando estavam sob os seus sofrimentos, Porém, a sua bondade se desvanecia como a nuvem matutina e como o orvalho da manhã, e continuavam tão vis como sempre, Portanto, o Senhor enviou espantosas mensagens por meio dos profetas. A Palavra de Deus será a morte do pecado ou do pecador. Deus desejava misericórdia mais do que sacrifícios, e o conhecimento dEle produz santo temor e amor. Este fato expõe quão néscios são aqueles que confiam na obediência exterior, para compensar a sua falta de amor para com Deus e para com os seus semelhantes. Como Adão quebrou o pacto de Deus no paraíso, assim Israel havia quebrado o seu pacto nacional, apesar de todos os favores que haviam recebido, Judá também estava maduro para os juízos divinos. Que o Senhor coloque o seu temor em nossos corações, e estabeleça o seu reino em nós, e jamais nos deixe entregues a nós mesmos, nem suporte que sejamos vencidos pela tentação.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público