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1
Cantem com alegria a Deus, o nosso defensor; cantem louvores ao Deus de Jacó.
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2
Comecem a música e toquem os tamboris; toquem músicas alegres nas liras e nas harpas.
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3
Toquem a trombeta para a festa quando chegar a lua nova e quando for lua cheia.
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4
Isso é lei para Israel, é uma ordem do Deus de Jacó.
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5
Quando Deus marchou contra a terra do Egito, ele deu essa lei ao povo de Israel. Ouvi uma voz, que eu não conhecia, dizendo:
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6
“Eu tirei das costas de vocês as cargas pesadas, fiz com que vocês ficassem livres de carregar os cestos cheios de tijolos.
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7
Quando estavam aflitos, vocês me chamaram, e eu os salvei. Lá de onde eu estava escondido, na tempestade, eu lhes respondi. Eu os pus à prova na fonte de Meribá.
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8
Meu povo, escute os meus conselhos! Ó Israel, como eu gostaria que você me ouvisse!
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9
Nunca mais sirvam nenhum deus estrangeiro, nem adorem nenhum deus estranho.
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10
Eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, sou aquele que os tirou da terra do Egito. Abram a boca, e eu os alimentarei.
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11
“Mas o meu povo não quis me ouvir; Israel não me obedeceu.
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12
Portanto, eu deixei que eles andassem nos seus caminhos de teimosia e que fizessem o que queriam.
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13
Como gostaria que o meu povo me ouvisse, que o povo de Israel me obedecesse!
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14
Eu derrotaria logo os seus inimigos e castigaria todos os seus adversários.
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15
Aqueles que me odeiam se curvariam diante de mim, e o castigo deles duraria para sempre.
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16
Mas a vocês eu daria o melhor trigo e os alimentaria com mel do campo, até que ficassem satisfeitos.”
Recurso de Estudo
Versículos 1-7: Deus é louvado por tudo o que fez a favor de seu povo; 8-16: As obrigações de seu povo para com Ele.
Vv. 1-7. Toda a adoração que podemos render ao Senhor será sempre inferior à sua excelência, bem como às nossas obrigações para com Ele, especialmente no tocante à redenção do pecado e da ira. O que Deus fez a favor de Israel conservou-se em memória, mediante solenidades públicas. Para destacar mais a graça e a glória da libertação, é bom observar que tudo o que faz parte do problema do qual fomos libertos, é demasiadamente oneroso. Nunca devemos nos esquecer da vil e destruidora escravidão, à qual fomos levados por Satanás, nosso opressor. Porém, se com a consciência angustiada somos levados a clamar por libertação, o Senhor responde as nossas orações e liberta-nos. A convicção do pecado, as provas e aflições demonstram o interesse que o Senhor tem por seu povo. se os judeus foram deste modo chamados a recordar em suas festas solenes a redenção que receberam, quando foram tirados do Egito, muito mais nós, no dia em que descansamos, devemos nos recordar de uma redenção mais gloriosa, e da libertação de uma escravidão ainda pior, que nos foi concedida pela obra realizada por nosso Senhor Jesus Cristo.
Vv. 8-16. Jamais podemos esperar muito da criatura e pouco do Criador. Podemos ter muito de Deus em nossa vida se orarmos com fé. Toda a maldade do mundo deve-se à disposição do homem. As pessoas não são religiosas por não quererem sê-lo. Deus não é o autor do pecado deles; Ele os entrega à concupiscência de seus próprios corações, e aos conselhos de suas próprias mentes. se não fazem o bem, a culpa está neles mesmos. O Senhor não quer que ninguém pereça. Que inimigos os pecadores são para si mesmos! É o pecado que faz com que os nossos problemas perdurem, e que a nossa salvação demore. Nas mesmas condições de fé e obediência, os cristãos devem apegar-se fortemente às boas coisas espirituais e eternas, que simbolizam os formosos campos e as férteis colinas de Canaã. O Senhor Jesus Cristo é o Pão da vida; Ele é a Rocha da salvação, e as suas promessas são como mel para as mentes piedosas. Porém, os que o rejeitam como Senhor e soberano, devem também perdê-lo como seu Salvador e Galardão.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público