Lendo…
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1
Não tenhas inveja de tudo o que os pecadores fazem, nem procures a sua convivência.
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2
Pois passam o tempo tramando violência e forjando mentiras.
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3
A casa tem de ser arquitetada com inteligência e é por meio de planos bem estudados que ela se consolida e se faz.
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4
É por meio do conhecimento que se pode enriquecer com coisas preciosas e agradáveis.
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5
Uma pessoa com bom senso e sabedoria tem muita força. Uma pessoa inteligente, com uma rica experiência de vida, redobra a sua própria força natural.
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6
Pois é justamente com essa sabedoria que se faz a táctica da guerra, mais do que com a força. A vitória é, em geral, para os que lutaram tendo chefes inteligentes e generais por bons conselheiros.
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7
A sabedoria é coisa demasiado inacessível para os loucos; nas assembleias serão incapazes de abrir a boca.
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8
Quem está sempre a planear o mal fica conhecido como malfeitor.
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9
A intriga do insensato é pecado; e o escarnecedor é desprezado por todas as pessoas.
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10
Se te mostrares fraco, quando chegam as angústias, é porque a tua energia é realmente pouca!
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11
Faz tudo para livrares os que estão condenados à morte; não fiques indiferente perante o seu destino.
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12
Não fujas às responsabilidades, dizendo: “Mas eu não sabia de nada!” Deus, que conhece os corações, não saberá bem o que se passa no teu? Não dará Deus a cada um segundo as suas obras?
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13
Come mel, meu filho, porque é um bom alimento e doce ao paladar.
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14
Pois assim é também a sabedoria para a tua alma. Se te encheres dela, terás um futuro feliz, diante de ti, e as tuas esperanças realizar-se-ão.
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15
Não espies a morada do justo, ó homem perverso! Deixa-o em paz!
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16
Sabes bem que um justo, ainda que o faças cair sete vezes, de todas se levantará; mas tu, basta caíres uma vez, para ficares liquidado.
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17
Não te alegres com a queda do teu inimigo, nem quando vier a ficar em apuros.
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18
Pois o SENHOR, ao verificar a tua atitude, certamente te desaprova, e até deixará de castigar o teu inimigo.
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19
Não tenhas inveja da aparente boa sorte que, por vezes, parece que têm os malfeitores. Não te preocupes com isso.
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20
Porque para os pecadores não há futuro de paz; a sua lâmpada apagar-se-á.
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21
Teme ao SENHOR, meu filho. Honra o chefe da tua nação e nunca te associes com rebeldes.
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22
Porque, de repente, serás arrastado com eles para a ruína. E depois? Onde é que tudo isso vai acabar?
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23
Eis mais alguns provérbios dos sábios: Não está certo, num tribunal, fazer-se distinção entre pessoas; julgar uns diferentemente doutros, segundo a sua categoria social.
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24
Um juiz que declare inocente um malfeitor será condenado pela sociedade e repudiado pela nação.
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25
Mas quem o condenar será louvado e receberá bênçãos.
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26
É uma honra e uma prova de simpatia o receber-se respostas francas e honestas.
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27
Arruma primeiro os teus negócios no exterior e trata bem dos teus campos; depois, podes edificar a tua casa.
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28
Não testemunhes sem motivo contra o teu próximo. Porque havias de mentir contra ele, se está inocente?
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29
Não digas: “Vou aproveitar para ajustar contas com ele. Há de pagar-me tudo o que me fez!”
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30
Passei pelo campo dum preguiçoso, e pela vinha do insensato.
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31
Vi-o coberto de mato, espinhos e cardos, e a cercadura estava derribada.
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32
Perante isto, fiquei a pensar e tirei para mim esta lição:
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33
A fazer mais uma soneca agora, descansando mais um bom pedaço daqui a pouco, relaxando com os braços cruzados um bocado mais tarde.
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34
É assim que a pobreza surpreende uma pessoa, sem se dar por isso, como o assalto dum ladrão, como o ataque dum homem violento.
Recurso de Estudo
Palavras no original
Hebraico e grego: STEP Bible
(Tyndale House, Cambridge) · CC BY 4.0
Vv. 1,2. Não tenhas inveja dos pecadores. E nem sequer, permita que entre em sua mente um pensamento como: Oh! Se eu pudesse tirar de mim todos os freios!
Vv. 3-6. A piedade e a prudência, juntas nos assuntos exteriores, completam o homem sábio. Através do conhecimento enche-se a alma com as graças e os consolos do Espírito, essas riquezas preciosas e agradáveis. O espírito é fortalecido pela verdadeira sabedoria, para a obra e a guerra espirituais.
Vv. 7-9. O homem fraco pensa que a sabedoria está demasiadamente elevada para ele; portanto, não se esforçará por ela. É ruim fazer o mal; porém, concebê-lo é pior. Até mesmo os primeiros brotos de pecado no coração são transgressões, e este pecador deve se arrepender. Os que se esforçam por fazer aos demais odiosos, tornam-se a si mesmos rejeitados. V. 10. Quando submetidos a problemas, somos bons para clamarmos o socorro. Porém, tenhamos coragem, e Deus fortalecerá o nosso coração.
Vv. 11 e 12. Se um homem sabe que o seu próximo está em perigo por qualquer procedimento injusto, está obrigado a fazer o possível para livrá-lo. E por que permitir que almas imortais pereçam, quando nossas convicções e exemplos podem ser os meios de impedir que isto aconteça?
Vv. 13 e 14. Somos impulsionados ao estudo da sabedoria quando consideramos o seu prazer até mesmo acima de seu proveito. Todos os homens saboreiam as coisas que são doces ao paladar; porém, muitos não se comprazem nas coisas que são doces para a alma purificada, e o que nos torna sábios para a salvação.
Vv. 15 e 16. A alma sincera cai da mesma maneira que um viajante pode cair, ao tropeçar em uma pedra em seu caminho; porém, levanta-se e segue o seu caminho com mais cuidado e velocidade. Isto deve ser entendido em relação à queda na aflição, e não na queda em pecados concretos.
Vv. 17 e 18. Devemos nos resguardar de sentir prazer pelos problemas de nossos inimigos.
Vv. 19 e 20. Não inveje a prosperidade do ímpio; tenha a segurança de que nela não há verdadeira felicidade.
Vv. 21 e 22. Os santos na terra estarão quietos nela. Pode ser que haja motivo relacionado a mudanças para melhor; porém, não devemos de modo algum nos relacionar com os que são dados a promover mudanças.
Vv. 23-26. A sabedoria que Deus dá ao homem torna este apto para a sua posição. Todo o que encontra o beneficio da resposta correta apegar-se-á a quem a deu. V. 27. Devemos dar preferência à satisfação das necessidades, antes das conveniências, e não devemos nos endividar.
Vv. 28,29. Existem três possíveis defeitos em uma testemunha.
Vv. 30-34. veja que bênção é o chamado do agricultor, e que deserto seria esta terra sem ele. veja que grande diferença há na administração, até mesmo dos assuntos terrenos. A preguiça e a autocomplacência são o veneno de todo o bem. Quando vemos campos cobertos de espinhos e cardos, e os arados quebrados, observamos um emblema do estado muito mais deplorável de muitas almas. Todo o vil afeto cresce nos corações dos homens; porém, eles os consertam para que consigam dormir. Mostremos sabedoria e dupliquemos nossa diligência em toda as boas coisas.
Comentário Bíblico de Matthew Henry domínio público